
Campanha de conscientização sobre a doença segue até outubro
No Dia Nacional de Combate à Leishmaniose Visceral Canina – 10 de Agosto, empresa do segmento de saúde animal destaca a importância da prevenção como principal medida de enfrentamento da doença no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram 4.103 casos humanos confirmados no país em 2017, um aumento de 31% comprado com o ano anterior. No país, as regiões Nordeste e Sudeste registraram os maiores números de casos, com 1.824 e 908 respectivamente.
A Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da empresa, Priscila Brabec explica que a Leishmaniose Visceral Canina, ou calazar, é uma zoonose, não tem cura parasitológica e é uma doença silenciosa que vem ganhando espaço no país. “A prevenção é fundamental para conter os avanços da doença, que se espalha silenciosamente pelo Brasil”.
Em uma campanha especial de combate e prevenção desde o mês de maio, a empresa busca a conscientização de tutores e veterinários por todo o país, juntamente com um time especial de outros profissionais de diversas cidades brasileiras para ampliar a informação nas redes sociais sobre formas de transmissão, riscos e a prevenção dessa doença para os cães.
O objetivo da campanha é difundir o conceito de duas frentes de proteção para os cães: a vacinação e o uso de produto repelente. “Nossa principal missão é difundir conhecimento e instruir que o tutor procure o médico veterinário para fazer a prevenção da doença, que apesar de não ter cura, ainda é pouco conhecida pelo grande público”, ressalta.
O site Leishmaniose Visceral Canina é o canal oficial da ação. Nele são disponibilizadas informações sobre a doença e a prevenção com o uso da vacina e repelente tópico. Os tutores e médicos veterinários podem conferir esses e outros conteúdos em www.leishmaniosevisceralcanina.com.br.
A ação terminará com a participação em “cãominhada” que será realizada em Belo Horizonte, no dia 29 de setembro e em Campinas, no dia 20 de outubro.
A leishmaniose
Com alto poder endêmico, a leishmaniose está presente nas cinco regiões do país e anualmente infecta mais de três mil pessoas, e uma quantidade incontável de cães. Pesquisas indicam que cada caso humano registrado equivale a até 200 animais contaminados. A doença é transmitida para os cães principalmente através da picada do flebótomo Lutzomyia longipalpis infectado, popularmente conhecido como mosquito-palha.