“Constelacão”

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Não tem problema o cachorro dormir na cama da famíia. Nem tomar banho e se encher de lacinhos, perfume e carinho.
Mas será que esse seu animal de estimação está em ordem no sistema familiar ou melhor dizendo, no seu devido lugar? Isso deveria estar entre as prioridades para manter a saúde do animalzinho, física e emocional.
Segundo a Constelação Familiar, criada por Bert Hellinger “Uma pessoa esta em paz, quando todas as pessoas que pertencem a sua família têm um lugar no seu coração”. E que lugar o seu animal ocupa?

Transtornos
O amor incondicional que os bichos sentem pelos seus tutores faz com que eles copiem até as suas doenças, por amor e lealdade.
E nós, muitas vezes e infelizmente, criamos um animal de estimação por solidão, carência afetiva, para suprir a perda de alguém ou de outro pet e toda essa carga emocional inconsciente é direcionada a eles, que adoecem.
Hoje, é muito comum encontrarmos animais com gastrites (assim como os donos), ansiedade, medo, depressivos, hiperativos, com síndromes e transtornos humanos.

Pais e filhos pet
Saber se seu cachorro esta em disfunção é fácil: “A síndrome de ansiedade de separação é algo muito presente hoje em dia. Essa síndrome desencadeia inúmeras reações de desequilíbrio dentro do grupo que os cães vivem. Podem apresentar excesso de latido, destruição de moveis e objetos, transtornos alimentares, medo, tédio, excesso de dominação de espaço e ate mesmo agressividade. Tudo isso pode ser alinhado com a técnica”, explica Lais Cauner.
Constelar familiarmente os animais é uma técnica de comandos mentais entre pais e filhos pets, onde se restabelece a ordem no sistema, realinha o pertencimento, a hierarquia e o equilíbrio de troca.

É preciso não substituir a dor das pessoas
A sessão é realizada por duas consteladoras, uma da equipe da Terapia do Ambiente e outra, Lais Cauner, adestradora, comportamentalista canina e bióloga, e pode ser feita com a presença ou não do animal a ser tratado. Um tutor ou toda a família, podem participar da sessão, que pode ser feita a domicilio ou em algum lugar neutro e reservado.
“Os animais precisam voltar a ter instinto e não substituir a dor das pessoas”, afirma a facilitadora, integrante da Terapia do Ambiente.
Animais teimosos, irritados, inquietos, estressados, que sofrem com síndrome do abandono ou automutiladores, devem constelar. Bichos que se foram ou desapareceram, e ainda causam sofrimento familiar também. A técnica também é indicada para animais em casos terminais, em sofrimento e sem melhoras com medicamentos, para benefícios deles e dos tutores.
Os atendimentos estão disponíveis para São Paulo e grande São Paulo. Interessados podem entrar em contato com o blog que serão direcionados.

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