
No segundo semestre do ano passado (2018) fui convidado para fazer um programa de um minuto na Rádio Universitária 104.9 FM /Uberaba para ser levado ao ar às segundas e quintas-feiras, uma vez pela manhã, entre 10hs e 11hs e outra à tarde, às 14:30hs. Sempre preferi a comunicação por escrito, mas aceitei o desafio- um minuto que para mim representa muito, porque sempre tive “pânico” de microfone. Depois de tudo acertado, coloquei a boca no trombone. Eis que estou na Rádio Universitária que está sob nova direção e deslanchando de vento em popa. O programa? Minuto Pet. O que dizer em um minuto? Não sendo veterinário e nem comportamentalista de animais (em especial cães), as dicas que eu poderia passar nesse tempo poderiam ficar sem sustentação. Claro, somente profissionais são autorizados a falar sobre questões relativas à sua profissão. Sou um comunicador (colunista social por vários anos, com artigos publicados também no segmento cultural, e crônicas em vários veículos de comunicação) que optou por trabalhar com mídia em torno de animais. Preferência por esse trabalho vinda de experiências da vida inteira no trato e amor pelos animais e pelo aspecto profissional. Também uma característica que faz parte de mim. Já no primário adorava a matéria “Língua Pátria”…Na carreira, comecei datilografando diariamente minhas colunas em laudas (folhas de papel em tamanhos especiais assima chamadas na linguagem jornalística da época) . E eu tinha todo um ritual: sentava à mesa da redação e acendia um cigarro. Só então começava a “datilografar”. Muita gente jovem nem sabe o que é isto. Esclarecendo: “datilografar significa ‘digitar’ em ‘teclado’ de uma máquina mil vez maior que um celular, pesada e que não se carregava no bolso”. Várias coisa bizarras para esse momento: máquina de escrever, lauda, fumar em uma redação…Não fumo mais, tá gente. Felizmente fiquei livre desse hábito/vício. Bem, voltando ao assunto inicial da rádio, a questão então foi o que dizer. Depois de uns programas “testes” concluí que minhas experiências com meu cão de nome Chien (cachorro em francês) poderiam se transformar em boas dicas. E assim é. Quase um “Chien e eu” (Marely e eu), só que em minutos e sem celebridades. Vários minutos, aliás. Ele tem 12 anos, portanto, vamos ter muita história pra contar. Sintonizem na Rádio Universitária 104.9 FM. De repente, alguma narração da minha história com o Chien pode ser uma ótima dica pra você. A última experiência que mereceu um minuto do programa vale mesmo como uma grande dica. Confira lá!!!