Cadelinha bebê é morta a tiros durante ação de policiais civis no DF


Uma cadelinha com apenas oito meses de vida foi covardemente morta a tiros em uma chácara, no Lago Norte, no DF. O tutor da cadelinha e proprietário da chácara, o professor Cláudio Alvarez, afirma que os responsáveis pelos disparos foram agentes Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), que estavam acompanhados de servidores do Instituto Chico Mendes (ICMBio).
O guardião da cadelinha disse que ouviu pessoas falando alto dentro da chácara e foi verificar. Os cachorros o seguiram e passaram a frente. Poucos segundos depois ouviu dois disparos e encontrou a cachorrinha, carinhosamente chamada de Gatai, já caída e sem vida. Felizmente, os outros cães ficaram com medo do barulho e fugiram.
O proprietário explica que não há justificativa para a crueldade. “Era uma cachorra super mansa. Atiraram para matar mesmo. Os dois tiros acertaram ela na orelha e no pescoço. Só não mataram os outros dois porque eles ficaram assustados e saíram correndo. Os policiais não apresentaram nenhum mandado de busca da Justiça”, disse Claudio em entrevista ao G1.
Ele conta ainda que o terreno é alvo de uma ação judicial, mas que mora no local há sete anos. “Pago IPTU no meu nome. Os policiais entraram por trás. Tem um portão da frente que poderiam ter vindo que a gente abriria o portão. É abuso de autoridade. Não justifica matar um animal”, finalizou. O professor pretende levar o caso até o Ministério Público.

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