
Ah que maravilha, enfim a primavera. Que tenhamos esperança. O inverso nesse hemisfério teve temperaturas estratosféricas. Já estamos vivendo os extremos climáticos que esperávamos para daqui a muito tempo, ou nem imaginávamos que fossem acontecer de verdade. Não? Pois é. Mordeu na língua quem disse que isso jamais fosse acontecer.
Mas é primavera
A despeito da seca histórica (principalmente nessa região na qual vivo-Minas Gerais, Brasil). Nunca sentimos tanto a influência das mudanças climáticas que certas pessoas ainda insistem em negar que estejam já acontecendo. A seca histórica (como duvidar?) a temperatura de (40 no inverno) no inverno…Não há ação sem reação. O despencar de uma única folha de uma árvore gera uma reação em cadeia. Energia. Enfim, é primavera.

A primavera e os animais
Ao contrário de nós, os animais não conseguem dizer quando algo não está bem. Mas os sinais não verbais são, por isso, muito importantes, especialmente quando há a mudança de estação climática como esta, em que eles estão mais propícios a doenças. Um diagnóstico precoce e acertado, que deverá ser sempre feito pelo médico veterinário, vai ajudar que os focinhos se mantenham saudáveis.
Saiba os sintomas a que deve estar atento, bem como aquilo que deve e não deve fazer com os animais nesta estação.
• ALERGIA AO PÓLEN
A chegada da primavera traz as famosas alergias ao pólen. O que muitos não sabem é que também os animais podem ser alérgicos, motivo pelo qual é importante estar muito atento a alguns sinais. “Comichão, mordeduras nos membros e nas restantes partes do corpo, espirros, perda excessiva de pelo, pele seca, irritada e avermelhada e corrimento nasal são os principais sintomas de uma reação alérgica.”
• OUTRAS ALERGIAS
Os animais podem sentir-se atacados por alergias ambientais, alimentares, farmacológicas, picadas de inseto ou presença de parasitas (como pulgas e carraças).
• QUEDA DE PELO
Com o aumento do número de horas de luz e da temperatura, o pelo começa a ser substituído, pelo que pode notar uma queda mais acentuada na primavera. Uma boa alimentação é crucial. Por vezes, são necessários suplementos para a pele.
• CUIDADO COM OS PASSEIOS
Com os dias mais longos e as temperaturas altas, a vontade é de prolongar o tempo na rua, começar a fazer caminhadas e, muitas vezes, levar os animais como companhia. Tal como nos humanos, “o sol e a atividade física são essenciais” para os animais. No entanto é preciso redobrados cuidados na rua. Deve controlar aquilo que os animais possam agarrar, para não engolirem algo potencialmente perigoso.
• PLANTAS TÓXICAS
É preciso ter muita atenção com a lagarta do pinheiro, uma vez que é “altamente tóxica, tanto para nós como para o animal”. Em caso de contacto, deve levar o animal imediatamente a um veterinário. Há plantas e mesmo alimentos que podem ser tóxicos apenas para determinadas espécies que não a nossa.
• CHÁ, NUNCA
A não ser que seja indicado pelo veterinário. Não deve dar chás ao animal para lhe aliviar quaisquer sintomas. A fitoterapia pode ser recomendável, mas “em doses muito ajustadas a cada animal” e sempre “aconselhadas por médicos veterinários especialistas na área de naturopatia.




