Thalita Dutra

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Universitária Thalita Dutra está cursando Nutrição. É apaixonada pelo curso e também por animais. Ela tem dois, Luthi e Jully e aproveita muito bem o tempo que tem com eles. Thalita os considera como filhos, e depois que ganhou os “meninos”, começou a dar mais valor nos momentos simples da vida, como chegar em casa e ser recebida com muito carinho, um simples olhar carente e em dar muito amor sem receber nada em troca, mesmo tendo seu sapato todo destruído. A bagunça acontece quando as coisas estão fora do lugar. Essa é a desculpa que a gente que os ama tem sempre pronta para ser dada por nós. E é verdade mesmo

 

“Não acho que deve ter limites entre os animais e os humanos, o que deve existir é respeito entre ambas as partes…”
Marcos Moreno -Você sempre gostou de animais?
Thalita Dutra- Sempre gostei dos animais, mas quando era menor não era tão próxima como sou agora. Nos dias de hoje, não posso ver nenhum animalzinho que já me derreto toda, e vou logo querendo conversar e dar carinho.
Marcos– Já teve algum especial ou todos são?
Thalita– Já tive outros dois cachorros, um gato, tartaruga e peixes, todos foram especiais, mas os meus atuais cachorros me marcaram, e continuam marcando, creio que seja pelo fato de ter eles agora que estou mais velha, entendo melhor toda a situação e suas necessidades, mas no geral todos me marcaram bastante, pois tive bons momentos ao lado deles.

Marcos– A escolha dos nomes sempre passa pela criatividade. Como foi no seu caso?
Thalita- Essa história é muito engraçada, pois quando ganhei o Luthi, eu tinha em mente o nome Fred, mas ele não atendia de maneira alguma esse nome, e nos seus primeiros dias aqui em casa estávamos assistindo novela, e um dos personagens tinha o apelido de Luthi, e quando falaram o nome na televisão, ele olhou na hora, então digo que ele que escolheu o seu próprio nome. Na escolha do nome da Jully, foi através de pesquisas na internet, e gostamos bastante de Jully e Luna, mas como o apelido de Luna ia ser igual ao do Luthi, resolvemos optar por Jully, e não nos arrependemos.

Marcos– Qual o limite que não deve ser ultrapassado? (para que não haja confusão entre bichos e gente?)
Thalita– Não acho que deve ter limites entre os animais e os humanos, o que deve existir é respeito entre ambas as partes, pois não são todas as pessoas que gostam de animais, e também não são todos animais que gostam de pessoas. O carinho e o afeto entre os animais e os humanos, só desrespeita a quem está dando e recendo esse carinho, e concordo sim de dar uma vida luxuosa aos animais, pois eles merecem da mesma forma que os seres humanos merecem uma vida melhor e com um bom tratamento.

Marcos– Você acha que os pets entendem o que falamos ou só entendem comandos?
Thalita– Eu acho que os pets entendem sim o que se passa a sua volta, e compreendem totalmente o que falamos, mas claro no limite deles, mas conseguem compreender a mensagem que estamos passando a eles.

Marcos– Qual animal selvagem mais te atrai?

Thalita- No universo de animais selvagens, o que mais me atrai é o leão.

 
Marcos– Qual a crueldade que mais te revolta?
Thalita– Não consigo pensar em uma única crueldade que me revolte, pois apenas o simples fato de falar com desrespeito com os animais já me deixa bastante revoltada, irritada e nervosa com toda a situação.

Marcos– E a generosidade que mais te comove?
Thalita– A generosidade que mais me comove é quando alguém abre mão de alguma coisa só para ter o animal por perto, e ver a sua felicidade.

Marcos– Um filme sobre animais
Thalita– O clássico Marley e eu.

Marcos– Uma mensagem para os humanos
Thalita– Os animais, assim como nós, tem sentimentos, conseguem compreender o que se passa a sua volta, e tem dedicação total ao seus donos. Eles são os únicos que conseguem dar sem esperar nada além de amor e carinho em troca. São capazes de trazer muita felicidade ao seu lar, te compreender nos momentos mais difíceis da sua vida, e conseguem te confortar sem dizer nenhuma palavra, apenas com um simples olhar o um carinho da maneira deles. Eles merecem muito amor e carinho, e caso alguém não goste desse estilo de vida que é ter um animalzinho como filho, o mínimo que eles merecem é o seu respeito.

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