
Os porquinhos-da-índia são animais resistentes às doenças porém, é muito importante fazer exame periódico verificando o aspecto e a sanidade dos animais. Muitas das doenças provem do manejo errado: da falta de higiene nos alojamentos, superpopulação, ambientes com pouca ventilação ou temperaturas elevadas, correntes de ar e ainda alimentação inadequada. A melhor prevenção é conservando as instalações limpas, bem ventiladas e fazer a verificação periódica nos animais, afastando também certos males como piolho, sarna e vermes. Não esquecer de colocar em quarentena qualquer novo animal introduzido na criação e manter uma alimentação fresca e balanceada. Normalmente quando o animal está doente ele se torna triste e seus pêlos ficam secos e arrepiados. Dentre as enfermidades que podem eventualmente aparecer numa criação estão as seguintes:
Salmonelose: É uma enfermidade que se difunde rapidamente produzindo alta mortalidade, principalmente para os animais em crescimento. É provavelmente a mais letal de todas as enfermidades dos porquinhos-da-índia;
Pseudo tuberculose: É uma enfermidade crônica geralmente contraída pela boca;
Pneumonia: Enfermidade respiratória causada por bactérias, provavelmente a mais comum, principalmente em se tratando dos porquinhos-da-índia de laboratório;
abscessos subcutâneos; Linfoadenite cervical.
Com dois a três meses de idade esse animal já está apto a se reproduzir, por isso, é conveniente separar os sexos na época da desmama. Para o macho, o ideal é iniciar a idade reprodutiva com oito meses de idade e para a fêmea a partir dos cinco meses.
O período de amamentação varia entre dez a vinte dias e a desmama se dá entre catorze e vinte e um dias.
Os filhotes nascem, em média, com 75 a 100 gramas e quando são desmamados pesam entre 200 e 250 gramas. Com oito ou nove meses eles alcançam seu completo desenvolvimento atingindo 500 a 600 gramas. Quando os animais são selecionados podem chegar até 1,5 kg.
Esta rapidez no crescimento é explicada principalmente pela riqueza do leite que é rico em proteínas e gorduras. Além do leite, os filhotes com apenas três dias de vida já se alimentam a base de vegetais, ricos em vitamina C.
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