Quando o tutor sabe a diferença, a escolha é sempre a cremação


Bosque da Esperança – que fica em Belo Horizonte- explica a diferença entre incineração e cremação e oferece acolhimento, orientação e serviços completos para tutores que buscam uma despedida digna para seus pets


A perda de um animal de estimação é um momento de dor intensa. Em meio ao luto, muitos tutores, tomados pelo sofrimento e pelo peso da perda, acabam não se envolvendo com a decisão sobre o que fazer com o corpo do pet. É um erro compreensível, mas que pode ter consequências importantes: sem uma solicitação específica, o destino do animal pode ser muito diferente do que a família imaginaria, já que a incineração, prática regulamentada para descarte de resíduos hospitalares, costuma ser o procedimento padrão. Essa última homenagem, quando bem conduzida, pode ser profundamente reconfortante e ajudar muito o próprio processo de luto do tutor.

É justamente para preencher essa lacuna de informação que o Bosque da Esperança vem intensificando sua atuação educativa junto a tutores e clínicas veterinárias. “A incineração é uma prática regulamentada para descarte de resíduos hospitalares e, por isso, é o destino padrão de muitos estabelecimentos veterinários quando não há uma solicitação específica do tutor”, explica Ricardo Ribeiro, CEO do Bosque da Esperança. “Não se trata de descuido intencional; na maioria das vezes, o tutor simplesmente não foi informado de que existe uma alternativa.”

A experiência do Bosque da Esperança mostra que, quando o tutor entende a diferença entre os dois processos, a decisão muda. “Toda vez que explicamos o que é a incineração e o que é a cremação, o tutor escolhe a cremação, sem exceção”, afirma Ricardo. Na prática, a diferença é significativa. A cremação pet utiliza fornos crematórios específicos e pode ser realizada de forma individual, com o animal cremado sozinho, ou coletiva, sempre apenas com outros animais. Quando o tutor opta por receber as cinzas de volta, o Bosque da Esperança utiliza recipientes de aço resistentes à alta temperatura para garantir a separação correta. “É assim que conseguimos assegurar que aquelas cinzas pertencem, de fato, ao animal daquela família”, explica o CEO.

Para quem busca um serviço de cremação, Ricardo orienta que o tutor verifique se a empresa possui crematório próprio e as licenças ambientais exigidas. “Quando a empresa tem forno próprio, o tutor tem mais transparência sobre todo o processo. Isso traz segurança em um momento tão delicado”, ressalta.

Os planos funerários pet permitem diluir o custo do procedimento. A empresa também disponibiliza uma sala de despedida e um ambiente acolhedor para cerimônias de cerca de meia hora onde a família pode se despedir com calma e carinho.

Para guardar as cinzas, a empresa oferece relicários que funcionam como peças de arte, além de esculturas personalizadas, pingentes e até a transformação das cinzas em diamantes. “Esses acessórios ajudam crianças e adultos a elaborarem o luto de uma forma mais positiva, mantendo viva a lembrança do pet de maneira delicada e respeitosa”, diz Ricardo Ribeiro.

Três décadas de experiência e uma demanda que surpreendeu

Com mais de três décadas de atuação em serviços funerários para humanos, o Bosque da Esperança expandiu sua operação para o universo pet e observa uma adesão crescente à cremação de animais, muito além das expectativas iniciais. Entre as curiosidades do dia a dia, já passaram pelo crematório um ouriço e um papagaio, exemplos da diversidade de vínculos afetivos que os tutores constroem com seus animais.
“Ninguém tira a dor da perda, mas o acolhimento e a forma como essa despedida é conduzida podem fazer uma diferença muito importante na vida das pessoas. E tudo começa com uma informação simples: saber que existe uma escolha”, conclui o CEO.

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