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Ela é profissional da área de Recursos Humanos. Jovem, super competente, focada no trabalho, um exemplo bacana dessa geração que encara desafios e investe num futuro brilhante. Em relação à conscientização dos direitos dos animais e ao respeito que merecem, também dá show. Faz parte de um grupo de pessoas que entende melhor os animais. Não apenas por causa da sua Lola, mas por todos eles, domésticos ou não. Sabe que o investimento em um animal é muito mais que financeiro. É uma questão de tempo e amor.

 

“Seu animal de estimação só tem você na vida dele, enquanto você tem diversos amigos e várias pessoas da família para conversar e se distrair”

 

Marcos Moreno– Você sempre gostou de animais ou algum fato te despertou para isto?
Olinda Maria Moreira dos Santos– Sempre fui apaixonada por animais, em especial os cachorros. Sempre tive cachorrinhos em casa desde pequena. Apesar dos meus pais não gostarem muito, sabiam da necessidade da presença deles para o meu desenvolvimento e de meu irmão. E olha! Que bom que eles fizeram isso por nós dois!

Marcos- Já teve algum especial ou todos são?
Olinda– Todos são ou foram especiais. Mas a Lola tem cumprido um papel de companheira fiel e isso a torna ainda mais especial.

Marcos– A escolha dos nomes sempre passa pela criatividade. Como foi no seu caso?
Olinda– Quando decidi ter a Lola, fiquei em dúvida com vários nomes. Passei por Amora, Mona… dentre outros… até que meu namorado falou: Pq não Lola? Amei o nome e assim escolhi.

Marcos– Qual o limite que não deve ser ultrapassado? (para que não haja confusão entre bichos e gente?)
Olinda- Não acho que tenha que ter nenhum limite. São seres que merecem todo o respeito que os humanos merecem. Lola dorme comigo, deita no sofá, pula para a poltrona. Onde eu posso ficar, ela também pode!

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Marcos- Você acha que os pets entendem o que falamos ou só entendem comandos?
Olinda– Entendem muito mais do que imaginamos! Sabe, ás vezes fico impressionada com o que a Lola é capaz de fazer. Sempre que me perguntam se ela faz muita bagunça, respondo: Ela faz até o limite que dou para ela. Ela é tão inteligente que não preciso de muito para que ela obedeça uma simples fala minha. Quando digo “não”, ela não insiste. Sei que nem todos são assim, mas isso depende do limite imposto para eles. Só de saber disso, já podemos imaginar a inteligência que tem esses bichinhos.

Marcos– No universo de animais selvagens, qual o que mais te atrai?
Olinda– Selvagens?! Não, não… esse eu passo! Rs… não sou muito fã de animais selvagens. Não maltrato, mas não chego perto, rs…

Marcos– Que espécie de animais você jamais teria como pet e por quê?
Olinda– Não teria nenhum tipo de animal selvagem e/ou nenhum tipo de inseto.

Marcos- Você é contra certas culturas como touradas da Espanha ou as vaquejadas praticadas no nordeste brasileiro?
Olinda– Sim. Sou contra todo tipo de cultura que utiliza dos animais para uso de trabalho ou de diversão. Não precisamos ir tão longe… Ainda é comum vermos os cavalos ou burros sendo usados para puxar carroça, e isso me entristece. Temos diversos outros meios que podemos utilizar para esses fins.

Marcos– Um filme com animal.
Olinda– Quatro vidas de um cachorro. EMOCIONANTE!

Marcos– Uma mensagem aos humanos em relação aos animais.
Olinda- Ter um animal de estimação não é nada fácil! Não mesmo! Os investimentos são altos. NÃO! Não falo só de investimento financeiro! Falo de todos os tipos… inclusive, o investimento de TEMPO! Esse é o principal! Seu animal de estimação só tem você na vida dele, enquanto você tem diversos amigos e várias pessoas da família para conversar e se distrair. Seu animal só tem sua casa e ás vezes uma “voltinha” na rua quando você o leva, enquanto você pode ir e vir a qualquer lugar que desejar. Quando chegar em casa, deixe seu celular de lado, deixe seu computador, deixe suas preocupações pra depois. Esse “serzinho” que está ali, “banando” a calda pra você, só quer 10 minutos da sua atenção. A vida deles é curta demais para deixarmos o carinho pra depois.